










Consolations. Celles que l’on reçoit et celles que l’on donne | L’Iconoclaste, Paris, 2022
Disponible également en livre audio, en version beau livre (avec 80 reproductions de tableaux) et en poche.
Traduit en lituanien, portugais (Brésil), espagnol, chinois, coréen.
Présentation du livre
Consolar é esforçar-se para aliviar a dor quando não se pode mudar a realidade: consola-se uma pessoa enlutada, um amigo que sofre de um desgosto amoroso, um ente querido que acaba de sofrer um grande revés…
Quando falamos de consolo, imediatamente pensamos em crianças, que precisam ser consoladas em suas primeiras tristezas, mas o consolo é uma necessidade que nos acompanha ao longo de toda a vida adulta. A vida é bela, sem dúvida, e nos oferece inúmeros momentos de felicidade, mas também é difícil, expondo-nos à adversidade, à tristeza e ao sofrimento. Para enfrentar o sofrimento, precisamos da felicidade, da energia e da motivação que ele proporciona; e para nos recuperarmos de nossas feridas, precisamos de consolo.
O que nos consola?
Outros, é claro, oferecem seu afeto, sua presença, seu apoio. Mas a própria vida é uma fonte infinita de consolo: a natureza, a música, a leitura, as atividades e as distrações de todos os tipos podem aliviar temporariamente nossas tristezas. E há também o autoconsolo que podemos nos esforçar para cultivar: a bondade para conosco, a meditação, a oração e todas as formas de fé (manter a confiança no futuro, acreditar que os falecidos ainda estão ligados a nós, que Deus ou seus anjos não nos abandonaram, etc.).
Aceitar o consolo significa aceitar que a vida pode continuar apesar de tudo e, da melhor forma possível, preservar em nós a convicção de que a felicidade retornará um dia. Pois, como escreveu Émile Zola, "um momento de felicidade basta para que tudo recomece"
Quatrième de couverture
“Há seis anos, fiquei gravemente doente. Como todos aqueles que enfrentam a morte, achei a vida bela. E descobri que tinha uma imensa necessidade de consolo. Pensei naqueles pacientes que voltavam a me consultar, mesmo quando eu não conseguia curá-los. E compreendi que talvez eu lhes oferecesse uma gentileza, um senso de irmandade, que os ajudava: o consolo. Muito mais do que um conforto passageiro, o consolo é uma forma de atravessar as tempestades. Como um fio condutor, ele percorre nossas vidas e nos reconecta com o mundo.”
Podemos aprender a consolar? Por que às vezes é tão difícil aceitar, tão delicado oferecer consolo? Como a natureza, a arte e a ação nos consolam? Por que os relacionamentos são remédios tão poderosos? Christophe André responde a essas perguntas neste livro reconfortante, o mais íntimo e comovente de todas as suas obras.
Médecin psychiatre, Christophe André est l’un des meilleurs spécialistes français de la psychologie des émotions. Ancien praticien dans le service hospitalo-universitaire de l’hôpital Sainte-Anne à Paris, il est aussi lauréat du prix Jean-Bernard de la Fondation pour la Recherche médicale. Ses ouvrages de vulgarisation scientifique – dont Méditer jour après jour ou Imparfaits, libres et heureux – connaissent un immense succès et ont aidé de nombreux lecteurs.